EDUCAÇÃO DE MULETAS, ESTUDANTES PERNETAS

Não é novidade para mais ninguém, que a educação Brasileira não é a melhor de todas, para isso dizendo que ela precisa de muitas melhorias. Agora, é interesse de quem que a nossa educação melhore? O interesse maior é principalmente dos educadores, que com muita razão estão sempre em busca de melhores salários, e quanto aos estudantes, estão esboçando alguma preocupação? Acredito que pouco se assiste, ou se ouve falar, que algum aluno do Ensino Fundamental, ou Médio esteja interessado em mudar a situação da nossa educação.
Hoje, estudar é simplesmente adquirir uma nota e passar de ano, e assim terminar logo o segundo grau, e não ter que estudar mais, infelizmente este é o pensamento que vem habitando a cabecinhas de nossos jovens.
Ultimamente a Educação tem se tornado um mercado de trabalho terceirizado, as pessoas fazem “bico”, ensinando aqui e ali, e a instrução vem depois, o camarada termina o 2º grau e logo está de volta, dessa vez já ensinando, em alguns casos na mesma instituição que o formou. Temos a consciência da carência de professores, mas, muitos casos é imprudência mesmo.
O aluno atualmente vive encabrestado pela nota, é aí, que surge um personagem bastante conhecido dos alunos, àquele professor bonzinho que dar nota boa para todo mundo, sempre faz a prova pelo exercício, leva tudo na brincadeira sem nenhum compromisso, e nunca cumpre o horário devidamente correto.
Em linhas gerais, é creditado que o nosso velho Brasil está cheio de professores bonzinhos, e que os estudantes os amam, e o trabalho dos profissionais responsáveis está se tornando a cada dia que passa mais difícil, se o professor cumpre o horário para os alunos ele não presta, se explica o conteúdo e exige que estudem, se busca manter sempre a ordem e a decência, ele é tido como um “besta”. Fazer a coisa corretamente na educação, além de uma tarefa dificultosa mediante o baixo salário, ainda se tornou um preconceito por parte dos estudantes.
Por : Vagner Bessa








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