Jornal O Taboleirense


04/05/2007


EDUCAÇÃO DE MULETAS, ESTUDANTES PERNETAS

 

 

 

Não é novidade para mais ninguém, que a educação Brasileira não é a melhor de todas, para isso dizendo  que ela precisa de muitas melhorias. Agora, é interesse de quem que a nossa educação melhore? O interesse maior é principalmente dos educadores, que com muita razão estão sempre em busca de melhores salários, e quanto aos estudantes, estão esboçando alguma preocupação? Acredito que pouco se assiste, ou se ouve falar, que algum aluno do Ensino Fundamental, ou Médio esteja interessado em mudar a situação da nossa educação.     

Hoje, estudar é simplesmente adquirir uma nota e passar de ano, e assim terminar logo o segundo grau, e não ter que estudar mais, infelizmente este é o pensamento que vem habitando a cabecinhas de nossos jovens.

Ultimamente a Educação tem se tornado um mercado de trabalho terceirizado, as pessoas fazem “bico”, ensinando aqui e ali, e a instrução vem depois, o camarada termina o 2º grau e logo está de volta, dessa vez já ensinando, em alguns casos na mesma instituição que o formou. Temos a consciência da carência de professores, mas, muitos casos é imprudência mesmo.

O aluno atualmente vive encabrestado pela nota, é aí, que surge um personagem bastante conhecido dos alunos, àquele professor bonzinho que dar nota boa para todo mundo, sempre faz a prova pelo exercício, leva tudo na brincadeira sem nenhum compromisso, e nunca cumpre o horário devidamente correto.

Em linhas gerais, é creditado que o nosso velho Brasil está cheio de professores bonzinhos, e que os estudantes os amam, e o trabalho dos profissionais responsáveis está se tornando a cada dia que passa mais difícil, se o professor cumpre o horário para os alunos ele não presta, se explica o conteúdo e exige que estudem, se busca manter sempre a ordem e a decência, ele é tido como um “besta”. Fazer a coisa corretamente na educação, além de uma tarefa dificultosa mediante o baixo salário, ainda se tornou um preconceito por parte dos estudantes.

Por : Vagner Bessa

Escrito por jornal o taboleirense às 07h12
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FALAR SEM PENSAR, E SEM PROVAR É CRIME.

Em muitas cidades pequenas desse nosso Brasil, ativa-se um hábito, que rotineiramente é absorvido por muitas pessoas desocupadas, que procuram passar o tempo, falando “da vida alheia”, o que muitos desconhecem, é que, este insignificante hábito pode constituir-se em um crime, e é um crime previsto no código penal Brasileiro:

 Calúnia

Art. 138 - Caluniar alguém, imputando-lhe falsamente fato definido como crime:

Pena - detenção, de seis (seis) meses a 2 (dois) anos, e multa.

Difamação

Art. 139 - Difamar alguém, imputando-lhe fato ofensivo à sua reputação:

Pena - detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, e multa.

Injúria

Art. 140 - Injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro:

Pena - detenção, de 1 (um) a 6 (seis) meses, ou multa.Esse passa-tempo pode se tornar uma diversão não muito agradável, um autor de injúrias, difamações e calúnia, podem encontrar um acento nem um pouco confortável numa prisão, e pagar uma boa quantia de indenização. Agora, muitos adquirem uma ideologia que tudo não passa de uma brincadeira, e é ai que, se enganam. O caldo ferve de verdade, quando a infâmia é atribuída a uma pessoa que gosta de zelar por sua imagem no leito da sociedade, e ferve mais ainda, quando o camarada resolve dar umas “orelhadas” , ou pior, uns tiros no infrator, sabe-se que isto nem é aconselhável e nem permitido por lei, mas, ninguém sabe o que se passa na cabeça de uma pessoa enfurecida.O ser humano constantemente confunde o seu livre arbítrio, e sai soltando o verbo nas ruas e calçadas, sem medir as palavras, fala mal de um, de outro, se torna um viciado nisto. Um dia a casa cai, e verdadeiramente encontra-se alguém, que possa botar fim, numa “língua comprida”.

 Por: Vagner Bessa   

Escrito por jornal o taboleirense às 06h59
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01/05/2007


ÁGUA IMPRÓPRIA PARA BEBER

 

 

A situação do abastecimento de água da cidade de Taboleiro Grande RN nos últimos meses tem causado um grande descontentamento na população local, embora a rede de abastecimento tenha sido bastante ampliada atendendo todos os habitantes de forma abrangente em volume.

A parte decadente da história é que o volume de água que chega até as residências, pode ter muitas utilidades, menos duas, que são primordiais; beber e cozinhar. Acreditamos que ninguém esteja fazendo uso da água fornecida pela empresa do estado responsável pelo abastecimento, para estes dois fins, até por que a população local, não julga o líquido retirado do açude público “Cajá”, adequada para beber.

A problemática se estende, quando se fala no assunto referente ao pagamento da taxa mensal, pela obtenção do H2o do “Cajá”, que passou a ser a principal fonte de fornecimento de água, desde que foi justificado pela empresa de abastecimento, que o Rio Apodi ou Mossoró não era mais capaz de subsidiar tal líquido, como tanto já havia feito anos atrás.

O absurdo é notado já há algum  tempo, por que a população está fazendo uso de dois tipos de água, quando na verdade era para pagar por um produto de inteira qualidade. Muitos braços estão cruzados diante de tal situação, não se sabe aonde foi parar o direito de reivindicação. Todo mundo sabe, que o H2o tem que servir para beber, principalmente quando pagamos por  ele. Na verdade a situação transcorre, ou escorre, da seguinte forma: quem tem dinheiro suficiente para comprar a tal da mineral, compra, e pede para vir deixar em casa, quem não tem lá este dinheiro, paga ao carroceiro, e quem não pode pagar pela outra água, e só pode pagar o  papel do fim do mês, pega um galão e vai buscar água no rio, ou nos poços artesanais para beber e cozinhar.

O líquido vem do “Cajá”, quanto a isso, este órgão de imprensa não ver problema, mas, que é necessário um tratamento adequado para possibilitar uma credibilidade em relação à população, permitindo assim, que o então líquido seja consumido de todas as formas, não sendo de maneira nenhuma cabível, o cidadão ter que pagar por um produto sem qualificação.   

 

Por: Vagner Bessa   

Escrito por jornal o taboleirense às 19h48
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CAMEAM SEM O TOQUE DE ALERTA

 

 



O Campus Avançado Professora Maria Elisa de Albuquerque Maia decide suspender o toque da campainha usada para alertar alunos e professores, sobre os horários de entrar e sair das aulas. A decisão foi comunicada neste dia 23 de Abril do corrente ano.

Na verdade muitas instituições de ensino já optaram pela abolição deste sistema de alerta, e o Campus de Pau dos Ferros ainda continuava a usá-lo, mas para tudo existe o momento certo, e ele chegou, a partir do comunicado da noite de 23 de Abril, o toque passará a não mais a soar.   

Há muitos anos o CAMEAM vem tentando conscientizar os alunos de que o horário de término das aulas é às 22:10h, porém, não se consegue vigorar esta pauta. Os alunos alegam muitos motivos para terem que sair mais cedo, entre eles, que os motoristas dos ônibus podem deixá-los em Pau dos Ferros se eles atrasarem. De uma coisa sabemos muito bem, quem tem o direito de estabelecer as regras não é o motorista, os alunos possuem o direito de assistir as aulas até o seu término, agora, resta saber também se eles desejam usufruir deste direito.

O chefe do departamento do Curso de Letras, o Professor e Mestre Nilson, declarou no 7º período do mesmo curso, habilitação Língua Inglesa, que os alunos saem com muito prejuízo não cumprindo o horário estabelecido, e que o toque de entrada e saída, pode também causar certo comodismo, que segundo o mesmo, acarreta pontos negativos, afinal de contas todos os estudantes e professores conhecem os horários, e não se faz  necessário à submissão ao toque, mas, ressalva que se os resultados da abolição da campainha trouxerem aspectos negativos, o toque pode voltar sem problema, por enquanto será um teste. O professor também argumentou que o acionamento do som é de dependência humana, e como se sabe não deixa de não haver falhas.

Caso esta decisão venha causar prejuízos aos alunos da instituição, os dirigentes do CAMEAM estarão dispostos a enviar ofícios aos prefeitos, comunicando o ato e o porquê da medida.

Por: Vagner Bessa  

Escrito por jornal o taboleirense às 19h22
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30/04/2007


CENSO 2007

 

A Prefeitura municipal de Taboleiro Grande RN, na pessoa de Maria Miriam, está fornecendo total apóio para a realização do Censo 2007: “queremos um trabalho bem feito”, declarou a Prefeita. O Censo Agropecuário está contado com apóio de transporte e outras despesas adicionais,assim como todos os setores e profissionais envolvidos.  “Será um grande trabalho, e acreditamos que nenhum esforço será poupado para o bom desenvolvimento deste trabalho”.

Por: Vagner Bessa.

Escrito por jornal o taboleirense às 18h44
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PROFISSÃO LEIGO

 

O ser humano é propositalmente limitado, não se pode fazer tudo, e muito menos saber tudo, mas isso não impede que se tente ser melhor, e o mais importante que se busque sempre o conhecimento das coisas antes de aceitar a opinião de qualquer um. Na vida é imprescindível ter ideologia formada, concepção definida a respeito dos assuntos advindos da humanidade, não se pode ser marionete para sempre. A criação do homem por Deus é considerada uma perfeição, todo e qualquer indivíduo possui liberdade de pensamento, ou não? O pensar é totalmente gratuito, quem não o usa é porque prefere o pensar alheio, e o pensar é feito quase majoritariamente calcado em princípios de interesse de quem pensa.

A maioria das pessoas “leigas”, principalmente, são facilmente moldadas e persuadidas, de modo que dificilmente tem uma concepção formada das coisas, esperam que alguém os diga qual caminho deve seguir que opinião deve ter, e o pior, propagam uma ideologia que nem ao menos sabem o que realmente estão defendendo, fazem julgamentos para lá de precipitados, e apontam erros aonde só há acertos. 

Estes parentes próximos dos plebeus, se o leitor mim permite fazer esta conjuntura, podem ficar condenados a serem escravos, presos as ideologias alheias por toda a sua vida, mas tudo depende tão somente de uma atitude, chamada mudança de trilha do que se ver e como se ver as coisas. Se o camarada não possui nenhuma bagagem intelectual, o que o impede de buscá-la?

O Povo também adquire uma grande familiaridade com os demais citados, quando se trata de entender as coisas corretamente, quase sempre prefere da um toquezinho a mais nos fatos, e a principal arma bélica do Povão é a sua pluralidade, são muitos falando pelo “cotovelo”, mas na “hora do pega para capar”, quem leva a culpa é o povo, é ele que ta dizendo, a gravidade é que o Povo é um ser oculto, dificilmente o achamos na hora de comprovar a veracidade dos fatos.

Entender os assuntos, fatos, relatos de forma errônea é muito prejudicial, e ainda propagar isso, é feio e desumano, a oportunidade de apurar, filtrar, averiguar, é facultativa e belíssima. Parabéns para quem a faz. 

 

Por: Vagner Bessa. 

Escrito por jornal o taboleirense às 18h04
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                                                                     ALCOOLISMO FEMININO

 

 

A prática de ingerir bebidas alcoólicas é mania para muitas pessoas, se tornou um dos passa-tempos preferidos nos últimos anos. Engana-se quem pensa que só que bebe são os homens, infelizmente, ou felizmente as mulheres estão aderido para esta mania também, e o mais preocupante, é que elas, assim como os homens não estão esperando a sua maioridade, estão iniciando nesta carreira de bebedeira muito jovens ainda 

O Jornal O Taboleirense realizou uma pesquisa recentemente, e os dados comprovam uma realidade não muito agradável, no tocante, principalmente aos malefícios que o álcool causa no organismo humano, ingerir bebidas alcoólicas não é um ato aconselhável, e quando não se tem uma idade apropriada pior ainda. Os dados apurados mostram que 93,3% das jovens entrevistadas responderam que já provaram algum tipo de bebida alcoólica; 86,6 % disseram que começaram a beber a partir dos 10 anos de idade; 50% responderam que bebem atualmente; 73% disseram que os pais sabem da situação que envolve o álcool. A pesquisa foi realizada somente com mulheres na faixa etária entre 14 e 23 anos. O nosso campo de atuação a cidade de Taboleiro Grande RN, a coleta de dados se deu entre os dias 15 de 2006 e 17 de 2007.

  Os direitos  atualmente estão iguais, quando se fala de homens e mulheres, o fato de sentar-se em uma mesa de bar e tomar altas “biritas”, já se tornou um fato corriqueiro e normal ao público feminino, não estamos aqui expondo nenhum tipo de preconceito a nossa intenção é tão somente informar o leitor.

 

 

Por Vagner Bessa

Escrito por jornal o taboleirense às 17h57
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MULHER MAL AMADA

 

A história que a mulher foi feita para o homem é uma resenha para lá de arcaica, desde o principio da humanidade todos sabem desta condição feminina, e isso vem se perpetuando até os dias atuais. Inclusive é um fato Bíblico, “Deus tirou uma costela do homem e fez a mulher”, esta concepção atrai os sexos em geral.

A união entre o homem e a mulher é para ser feita de uma forma que ambos se sintam felizes, e não que o macho fique sempre dominando a situação e a fêmea sempre submissa a ele. A esposa não nasceu para ser objeto de prazer do marido, nem muito menos condenada a o obedecer em tudo, como se ele fosse seu dono, união não é sinônimo de domínio total, as coisas precisam ser levadas à cima de tudo pelo lado do respeito, dedicação, carinho, amizade, cumplicidade, e bastante amor.

A vocês mulheres gostaríamos de  deixar algumas perguntas: Quanto tempo faz que teu marido não te faz um carinho? Não te dar um beijo? Um abraço?  Chama-te pelo teu nome? Senta para conversar? Sai para passear com você? Acorda pela manhã e te dar bom dia? Diz que te ama? Ainda tínhamos várias perguntas, mas, creditamos que estas são suficientes para ocasião.

Há muitos casos de casamentos de novelas na vida real, a mulher subalterna ao lar, com um camada, tão somente por que ele a sustenta com um prato de comida, e paga as contas, mas, não corresponde mais em nada como papel de um verdadeiro companheiro, aquele que jura fidelidade, respeito, e amor eterno, na doença e na saúde, na riqueza e na pobreza, eternamente. Isso em muitos lares é pura balela, a mulher já em bastantes casamentos sabe que é traída, sebe quem são as amantes, algumas vezes até flagra, mas continua vivendo de aparência, e pegando as sobras depois das 22.00, quando der certo. Isso é felicidade? È uma vida?

A problemática se estende quando o caso é voltado para uma mulher independente, que não precisa do marido para nada, e mesmo assim leva chifre e continua no casamento, isso é amor? A mulher mal amada está sempre stressada, esquece de sorrir, e às vezes trata as pessoas ao seu redor muito mal também, fica feliz com a tristeza dos (a) outros, acha que encontrando alguém triste como ela seve de consolo.  

Um ser tão maravilhoso, amável, belo, magnífico, especial, a mulher, que bom seria se elas todas soubessem valorizar mais as suas vidas, a final não será eterno. Amor é a melhor coisa do mundo, mas, com sofrimento somente, direto, a todo o momento, com várias decepções, vale a pena? “Tudo vale a pena quando a alma não é pequena”? A macharada que entenda não se troca uma mulher  por um milhão de homens. Agora não fique imaginando que toda mulher é santa.

 

 

Por: Vagner Bessa..        

Escrito por jornal o taboleirense às 17h19
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