ÁGUA IMPRÓPRIA PARA BEBER
A situação do abastecimento de água da cidade de Taboleiro Grande RN nos últimos meses tem causado um grande descontentamento na população local, embora a rede de abastecimento tenha sido bastante ampliada atendendo todos os habitantes de forma abrangente em volume.
A parte decadente da história é que o volume de água que chega até as residências, pode ter muitas utilidades, menos duas, que são primordiais; beber e cozinhar. Acreditamos que ninguém esteja fazendo uso da água fornecida pela empresa do estado responsável pelo abastecimento, para estes dois fins, até por que a população local, não julga o líquido retirado do açude público “Cajá”, adequada para beber.
A problemática se estende, quando se fala no assunto referente ao pagamento da taxa mensal, pela obtenção do H2o do “Cajá”, que passou a ser a principal fonte de fornecimento de água, desde que foi justificado pela empresa de abastecimento, que o Rio Apodi ou Mossoró não era mais capaz de subsidiar tal líquido, como tanto já havia feito anos atrás.
O absurdo é notado já há algum tempo, por que a população está fazendo uso de dois tipos de água, quando na verdade era para pagar por um produto de inteira qualidade. Muitos braços estão cruzados diante de tal situação, não se sabe aonde foi parar o direito de reivindicação. Todo mundo sabe, que o H2o tem que servir para beber, principalmente quando pagamos por ele. Na verdade a situação transcorre, ou escorre, da seguinte forma: quem tem dinheiro suficiente para comprar a tal da mineral, compra, e pede para vir deixar em casa, quem não tem lá este dinheiro, paga ao carroceiro, e quem não pode pagar pela outra água, e só pode pagar o papel do fim do mês, pega um galão e vai buscar água no rio, ou nos poços artesanais para beber e cozinhar.
O líquido vem do “Cajá”, quanto a isso, este órgão de imprensa não ver problema, mas, que é necessário um tratamento adequado para possibilitar uma credibilidade em relação à população, permitindo assim, que o então líquido seja consumido de todas as formas, não sendo de maneira nenhuma cabível, o cidadão ter que pagar por um produto sem qualificação.
Por: Vagner Bessa